“Isso não pode acontecer. A gente não aguenta porque atrela… O preço do combustível está atrelado à inflação, você falou em inflação, você perde o poder aquisitivo e a população não está com o salário preservado ao longo dos últimos anos. Os mais pobres sofrem”, disse o presidente.
PRESIDENTE VOLTA A DEFENDER PRIVATIZAÇÃO
Após a reunião do G20, Bolsonaro visitou o município de Anguillara Vêneta, no norte da Itália, onde nasceu seu bisavô paterno. No local, ele foi perguntado se a prioridade no retorno ao Brasil seria o Auxílio Brasil - programa que deve substituir o Bolsa Família. O presidente respondeu que o foco será o preço do combustível.
“Esta semana vai ser um jogo pesado com a Petrobras, porque eu indico o presidente, quer dizer, tem que passar pelo conselho, não sou eu que indico, e tudo que de ruim acontece lá cai no meu colo. O que é de bom não cai nada em meu colo. O ideal — falei com o Paulo Guedes — é nós partirmos para privatizar a Petrobras. Isso é o ideal, no meu entender, que deve acontecer. Agora, isso aí não é colocar na prateleira e vender amanhã. Esse processo vai durar mais de ano”, disse.
Ainda segundo indicou Bolsonaro, o “vilão do preço do combustível” no país é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), defendendo o congelamento dos impostos. Na semana passada, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou o congelamento do valor do ICMS cobrado nas vendas de combustíveis por três meses.
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